Em momentos de tristeza é sempre conveniente lembrar que tempos melhores virão. Pra manter a sanidade, pra não desesperar, pra não se deixar levar pelo exagero, pelo drama, pela melancolia.
Em momentos de alegria também é conveniente lembrar que outros momentos tristes são inevitáveis. Pra manter a sanidade, pra não se deixar levar pela euforia, pra não perder as estribeiras achando que a vida é um mar de rosas.
A vida é dúbia, contraditória, errante. Tem tudo pra dar certo mas com ingredientes muito fortes para se perder a medida. Se a ideia é construir um bolo perfeito, desculpe, não vai rolar. Se o importante é o processo, o durante, desculpe, acho também que não vai rolar. Porquê, pra mim, não é questão de ser importante, nem de ter sentido, nem de esperar pela próxima vida, nada.
Aos meus olhos, o melhor da vida, a felicidade suprema, acontece depois, com a morte. E só passei a ver dessa forma quando perdi meu diamante materno, mesmo diante de tanta filosofia. Claro que eu posso estar errado e óbvio que tudo possa simplesmente acabar e pronto. Mas não sinto isso.
Então, enquanto vivo, não busco dar importância à própria vida, no sentido anterior. Não é objeto palpável, não é concreto, é como o ar, acontece e fim.
A tristeza não é ruim, a alegria é sempre bem vinda. Mas eu preciso vivenciar ambas. Com a mesma intensidade, inclusive.
O momento hoje é de muitas alegrias, confesso. Nunca me senti tão bem assim. Contente comigo, com a maioria das circunstâncias, em como tenho dado prioridade ao que me faz bem. Simples, tranquilo, feliz.
Quando momentos tristes vierem, é bom ter esse post pra me lembrar dessa fase. Espero, mesmo, que eles tardem, se possível falhem, mas vamos combinar que estou sendo ingênuo. Então fica assim: um beijo bem grande pra vida e pra esse ano que se inicia. E pra minha mãe, pro meu pai e pra você.
Em momentos de alegria também é conveniente lembrar que outros momentos tristes são inevitáveis. Pra manter a sanidade, pra não se deixar levar pela euforia, pra não perder as estribeiras achando que a vida é um mar de rosas.
A vida é dúbia, contraditória, errante. Tem tudo pra dar certo mas com ingredientes muito fortes para se perder a medida. Se a ideia é construir um bolo perfeito, desculpe, não vai rolar. Se o importante é o processo, o durante, desculpe, acho também que não vai rolar. Porquê, pra mim, não é questão de ser importante, nem de ter sentido, nem de esperar pela próxima vida, nada.
Aos meus olhos, o melhor da vida, a felicidade suprema, acontece depois, com a morte. E só passei a ver dessa forma quando perdi meu diamante materno, mesmo diante de tanta filosofia. Claro que eu posso estar errado e óbvio que tudo possa simplesmente acabar e pronto. Mas não sinto isso.
Então, enquanto vivo, não busco dar importância à própria vida, no sentido anterior. Não é objeto palpável, não é concreto, é como o ar, acontece e fim.
A tristeza não é ruim, a alegria é sempre bem vinda. Mas eu preciso vivenciar ambas. Com a mesma intensidade, inclusive.
O momento hoje é de muitas alegrias, confesso. Nunca me senti tão bem assim. Contente comigo, com a maioria das circunstâncias, em como tenho dado prioridade ao que me faz bem. Simples, tranquilo, feliz.
Quando momentos tristes vierem, é bom ter esse post pra me lembrar dessa fase. Espero, mesmo, que eles tardem, se possível falhem, mas vamos combinar que estou sendo ingênuo. Então fica assim: um beijo bem grande pra vida e pra esse ano que se inicia. E pra minha mãe, pro meu pai e pra você.
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